ESCRITÓRIOS COMPARTILHADOS SÃO OPÇÃO PARA MICRO E PEQUENOS EMPRESÁRIOS REDUZIREM CUSTOS

O número de espaços colaborativos espalhados pelo mundo não para de crescer, e o ano de 2019 foi auspicioso para os chamados coworkings, que superaram a marca de 18 mil prédios e estabelecimentos, segundo apurou o Global Coworking Growth Study. Por aqui, de acordo com o Coworking Brasil, que elabora o Censo Anual de Coworking, atualmente, existem 1.194 espaços compartilhados nas capitais, cidades do interior e em favelas.

No que diz respeito à redução de custos os escritórios compartilhados podem ser uma ótima opção para profissionais autônomos, micro e pequenos empresários. Aliás, esses são os públicos que têm recorrido cada vez mais à tendência que também está crescendo na Bahia.  

Desde 2012, foram criados 36 espaços colaborativos no nosso estado, sendo 20 deles em Salvador. O número de horas que se pretende utilizar o espaço e a localização interferem diretamente no valor a ser investido.

Um espaço para uma startup, em um coworking no bairro do Comércio, para 30 horas, pode custar a partir de R$ 120 por mês. Já um coworking alugado por 40 horas semanais, em um bairro nobre como a Barra, pode sair por R$ 125 (R$ 500, por mês). Existe ainda a possibilidade de locar uma sala privativa com valores que podem variar entre R$ 1,3 mil a R$ 3 mil, a depender do tamanho.

Os custos mais baixos com despesas como aluguel, luz e internet, muitas vezes inviáveis para uma empresa que ainda está iniciando suas atividades, são os principais atrativos.

E os benefícios podem ir mais além que a economia, pois o coworking permite o convívio com pessoas diferentes diariamente, a troca de opiniões e experiências, além da possiblidade de captar novos clientes.
Editorial, 31.JANEIRO.2020 | Postado em Geral


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